Loja/Café: West Elm Market ~ NY

 
“Carafunchando” nas minhas fotos de Nova York, encontrei umas fotinhos de uma dica muito boa para compras em Nova York: o West Elm Market. Caminhando pelo Brooklyn, bem pertinho do parque bonito e bom para tirar fotos da ponte, encontramos essa lojinha misturada com café que chamou nossa atenção.
 

 
São produtos que parecem ter sido escolhidos a dedo e organizados de forma muito bonita e criativa. Eles vendem produtos para casa (como cama, mesa e banho, além de artigos para cozinhar e de decoração, e ainda algumas peças de mobiliário) e ainda mantém um café muito cheiroso no fundo da loja.
 

 
Pesquisando para montar esse post, vi que eles têm diversas lojas espalhadas pelos Estados Unidos e Canadá, além de uma loja online bem mais completa e igualmente linda. Também vi que é do mesmo grupo das lojas da Pottery Barn e Williams Sonoma, o que significa que é puro bom gosto, né?
 

West Elm Market
End. (da loja que eu visitei): 2 Main St, Brooklyn, NY 11201, EUA
Tel.: +1 718-243-0149
westelm.com

 
Então se você cruzar com uma lojinha dessas numa das suas viagens e aprecia coisinhas diferentes para casa, vale a pena entrar e dar uma olhada! Espero que tenham gostado da dica!
 

Leia também!
Relato: 1ª parte da viagem ~ Gabi em NY!
Relato: 2ª parte da viagem ~ Gabi em NY!
Relato: 3ª (e última) parte da viagem ~ Gabi em NY!

 
Um beijo,
 

Relato: aborto espontâneo (parte 1)

Antes de começar a falar dessa gestação que estamos vivendo tão feliz e serenamente (como contei aqui), quero “começar lá do início”. Ano passado, mais ou menos por essa época, eu sofri um aborto espontâneo. Não é uma coisa que as pessoas falam muito e parece meio “tabu”, mas depois que a gente passa e conversa sobre isso, todo mundo conhece alguém próximo que já tenha passado por um.

É triste? Sim. Dói? Muito. Mas acredito que, quanto mais as pessoas falarem sobre isso, mais podem se ajudar a passar por essa perda que, infelizmente, é comum. Aparentemente de 15 a 20% das gestações não procedem por causas naturais, cromossômicas ou genéticas que a própria natureza/corpo “seleciona”, sendo a grande maioria nas 12 primeiras semanas.
Quando a gente engravida de forma planejada (nosso caso), a gente até “passa o olho” nessas informações, mas prefere ignorar. Afinal, “isso nunca vai acontecer com a gente”. Prefere comemorar a gravidez e já imaginar o resto da vida com uma criança – outro cenário não parece mais possível.

Ainda não tinha me disposto a escrever sobre isso. Como já se passou mais de ano e essa gravidez está correndo bem, resolvi compartilhar para (quem sabe?) ajudar quem está passando por isso e mostrar que no fim (geralmente) tudo dá certo.

Pega a pipoca, que lá vem textão.

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Como descobrimos a nossa 1ª gravidez

Não teve muito mistério. Já estava há alguns 3-4 meses sem pílula, a menstruação atrasou, fiz um teste de farmácia e deu positivo!
Antes disso eu já havia passado por situações em que eu achava que estava grávida e fiz testes de farmácia em que deram negativo. Por isso foi tão surreal e difícil de acreditar que era verdade.

Eu trabalho o dia todo e naquele dia eu tinha aula no pós-graduação à noite. Passei a aula toda encucada com o atraso da danada, então quando saí da aula passei numa farmácia para comprar um teste. Cheguei em casa, chamei o Léo e fizemos o teste “juntos”.

Simplesmente não dormi naquela noite. Enquanto o Léo roncava, eu me passeava dentro de casa numa mistura de felicidade, ansiedade e preocupação de uma mãe de primeira viagem.
No dia seguinte, fui fazer exame de sangue no meu intervalo de almoço e no meio da tarde já saiu o resultado pela internet. Super positivo. Super grávida. Beta HCG lá em cima.

Como contamos para a nossa família

Seguramos mais uns dias a informação só para nós, mas logo na semana seguinte já era Páscoa e eu queria muito contar para o meu irmão que estava aqui, o Gus (que mora em Portugal), ao vivo. Então naquele feriadão comprei uns bombons e amarrei um cartãozinho em cada um dizendo “Feliz Páscoa”, vovó/vovô/tio!

Para a família do lado do Léo, fomos visitar meus cunhados aproveitando que os meus sogros estavam por lá e contamos para todos juntos. Do meu lado da família é o primeiro neto, e do Léo, apesar de não ser o 1º, faz tempo que não temos um bebê pois minha sobrinha mais nova já tem 10 anos. Não preciso dizer que todos ficaram muito felizes e já começamos a criar expectativas juntos, pais, avós, tios e primos.

A primeira ecografia

Eu e o Léo fomos fazer a primeira ecografia solicitada pela obstetra com apenas 6 semanas. Estava tudo perfeitamente normal. Já saímos de lá encantados, mesmo com os poucos centímetros que o embrião tinha, mas com um coração que batia forte e nos deixou emocionados.

A partir daí não seguramos mais a informação e aos poucos fomos contando para os demais familiares, amigos e colegas de trabalho. Já começavam os palpites e perguntas sobre o sexo e o nome do bebê e a gravidez ia ficando mais real.

Não me recordo de ter tido muitos sintomas, mas lembro um pouco da sensação de estar enjoada e de apenas ter passado mal uma vez, quando já estava, mas não sabia que estava, grávida. Teve uma noite que tive uma pontada muito forte no ventre enquanto eu dormia, e acordei de sobressalto assustando o Léo também. Quando a dor passou, tão rápido quanto veio, me deu uma fraqueza e um suador, me deixando muito pálida, segundo o Léo. Mas passou e não tive mais sintomas.

Fomos na primeira consulta “oficial” com a obstetra e descobrimos que isso pode ter sido uma contração uterina. No mais estava tudo bem, fizemos os demais exames de sangue e urina e a gravidez seguia normalmente para fazermos nova consulta e ecografia em um mês.

A segunda ecografia e a notícia mais triste

Então, passadas 4 semanas, fomos fazer a segunda ecografia com 10 semanas. Logo que a médica começou a procurar o embrião, já senti uma estranheza. Então ela me perguntou se eu havia tido algum sangramento ou algum desconforto e sem muita enrolação já nos disse que as notícias não eram boas.

Ela não encontrou os batimentos cardíacos e disse que, para um embrião de 10 semanas, ele estava muito pequeno, que provavelmente havia parado de se desenvolver na 8ª semana da gestação. Depois do baque, ela foi muito gentil e disse que era muito comum, que infelizmente isso acontecia todo dia por lá. Que já tinha acontecido com ela e que ela tinha duas filhas lindas hoje. Que isso não iria me impedir de engravidar no futuro. Que ela sabia o quanto era doloroso, mas que iria passar.

A médica se retirou da sala e eu caí no choro. Simplesmente não havia me ocorrido que isso poderia acontecer. O que eu fiz de errado? Será que tenho algum problema? São tantas perguntas sem resposta, mas a que mais me acalentou é que “não era pra ser”.

Fomos almoçar nos meus pais e foi horrível chegar lá com essa notícia. Minha mãe me lembrou que havia perdido uma gestação antes de mim, o que me fez pensar que se não fosse isso, talvez eu não estivesse aqui, reforçando a minha “teoria do destino”.

Nem voltamos ao trabalho à tarde. Era véspera do feriado de 21 de abril, uma quarta-feira, que ainda passamos em casa de luto. Na sexta-feira cedinho fomos na obstetra conversar e o fato é que não se tem muita explicação pra isso, simplesmente acontece e é muito comum. Até se pode investigar a partir de uma 3ª perda, pois até uma 2ª ainda estaria dentro da “probabilidade estatística”.

A obstetra ainda nos falou para esperarmos o processo físico ocorrer naturalmente, pois é a melhor forma do corpo se recuperar e se preparar novamente para uma futura gravidez. Pediu para eu deixar avisado no trabalho que assim que o processo começasse eu precisaria de alguns dias em casa.

Assim, voltamos ao trabalho naquele dia e seguimos a vida normalmente, mas com um vazio no coração que perdurou por algum tempo. Volta e meia nos lembrávamos da perda e ainda chorávamos um pouco.

No próximo post farei a parte 2 desse relato, contando como foi o processo físico do aborto espontâneo (ou retido, em termos mais técnicos).

Um beijo,

Novidade: pequena viajante na área!

Estou muito feliz de anunciar que eu e o Léo estamos esperando um bebê, ou melhor, uma menina, uma nova companheira para as nossas aventuras! Sei que esse blog é primordialmente sobre as nossas viagens, mas quero muito aproveitar para registrar aqui essa fase linda e a maior aventura de nossas vidas!

Tenho me inspirado em diversos blogs de viagens em família e de maternidade para ver se mantemos o nosso ritmo de viajantes e “passeadeiros” mesmo com a chegada da nossa bebê! Que a nossa saúde, nosso tempo e nosso $$$ nos permita continuar relatando por aqui as nossas andanças por aí! 😉

Além dos posts de viagens e passeios, quero também trazer relatos da nossa vida a 4 (sim, também temos um gatinho!), o que pode contrariar alguns que aparecem aqui mais pelas viagens, mas que também pode trazer outros(as) leitores(as) interessadas nesse tema.

A previsão de chegada da baby é para outubro (já estamos com 4 meses), e por mais que a gente queira ter ela logo nos nossos braços, queremos curtir muito esses meses de expectativa enquanto ainda somos só nós. Por hoje é isso! Espero que tenham amado a novidade e que curtam com a gente essa nova fase da vida (e do blog)!

Um beijo!

Terceiro (e último) dia em Berlim

Começamos mais um dia com um café da manhã maravilhoso no nosso hotel e, de lá, fomos de metrô e ônibus até o castelo/palácio Charlottenburg (que até ficava meio perto, mas economizamos estes passos). Pagamos uns eurinhos para fazer o tour por dentro com audioguia (e pagando por uma “licença” para tirar fotos – que no fim perdemos). O Palácio é realmente lindo, ricamente decorado por dentro e com tudo muito limpinho e bem conservado. Vale a pena pagar pelo ingresso, para quem for até lá, já que fica mais deslocado do centro de Berlim.

 

 

Depois demos uma caminhada pelos jardins/parque que fica nos fundos, mas estava tudo meio mortinho por causa do inverno, mas é bonito de um jeito diferente! Dando a volta no Palácio, chegamos à mais uma (adivinhem?) feirinha de natal – a de Charlottenburg é uma das mais famosas de Berlim! – mas a grande maioria dos estandes ainda estava fechada. 😛

Tiramos mais algumas fotos da fachada (que por fora até nem é tão impressionante, mas é simpática!) e seguimos de ônibus e metrô até a Alexanderplatz (pois queríamos trocar umas roupas na Decathlon de lá e comprar mais roupa de frio). Caminhamos ali pela região e paramos na feirinha de Natal em frente a Prefeitura Vermelha (Rotes Rathaus), que tinha uma roda gigante luminosa e uma pista de patinação em volta da fonte de Netuno. Um dos mercados mais lindos da cidade, sem dúvida! Almoçamos por ali (pão com linguiça, glühwein, batata frita, bolota doce frita, tudo que se tem direito – e mais uma caneca!) e ficamos people watching bem faceiros com o clima e astral natalino!

 

 

 >>Dá o ~play~ abaixo para ver como era essa feirinha! <<

 

 

Então seguimos caminhando, atravessando o rio Spree para chegarmos na Ilha dos Museus e visitar a Berliner Dom, bonita e imponente catedral da cidade. Já estava escurecendo e não conseguimos visitar muita coisa por ali (ficou para a próxima!). Nesse momento fiquei impressionada com a quantidade e a beleza dos prédios dessa região – dali pela Unter den Linden até a Bebelplatz vimos diversos museus, palácios, teatros e óperas, praças e igrejas lindíssimas. Tinham várias áreas em obras pelo caminho, mas também algumas banquinhas de pequenas feiras de natal que embelezavam a cidade à noite.

 

 

 

 

Fomos para o hotel deixar as sacolas e descansar um pouco, e de lá voltamos para Charlottenburg, pois queríamos muito ir àquela feirinha à noite – e acertamos em cheio, realmente era muito bonita, movimentada e animada! Foi o jeito perfeito de nos despedirmos desses três dias incríveis em Berlim – com muita comida boa e glühwein (mais canecas para a nossa coleção)!

 

 

Voltamos para o nosso querido hotel para arrumarmos as malas, pois no dia seguinte fizemos o check-out para seguirmos viagem! Amamos Berlim e com certeza voltaremos para rever tudo que adoramos e conhecer outras tantas que não deu tempo.

Nota: infelizmente bem no finalzinho dessa viagem fomos roubados e perdemos muito material. Alguma coisa conseguimos recuperar, mas o backup principal estava no meu notebook e no meu iphone que ~se fueram~ nessa roubada. Então ~desculpa aí~ se faltarem fotos e vídeos que dão sentido à sequência dos relatos.

E vocês, gostando do relato da nossa Eurotrip de Natal? Continuem nos acompanhando que tem mais! 😉

Um beijo e até mais!

Segundo dia em Berlim

Começamos o dia com um belo café da manhã no Leonardo Hotel, onde estávamos hospedados. De lá, pegamos um táxi (pois já estávamos meio atrasados) para o Reichstag ou Bundestag, o prédio do parlamento alemão, pois tínhamos agendado a visita ao terraço às 9h. Chegando lá, passamos pela segurança e esperamos um pouco até pegarmos o elevador que nos leva até a famosa cúpula de vidro. Logo na chegada pegamos o áudio-guia e seguimos para conhecer o terraço!

 

De dentro da cúpula de vidro do Reichstag!

 

O dia estava muito frio e nublado, mas foi lindo ver lá de cima vários marcos da capital alemã, como a Torre da TV, o Portão de Brandenburgo e a coluna da Vitória no Tiergarten. O vento era geladão e foi difícil ficar muito tempo na parte externa para fazer as fotos. Depois, subimos em espiral pela cúpula até o topo, para apreciarmos a vista do ponto mais alto, para então retomar a descida. Foi uma visita muito bacana, tudo bem alemão, bem organizado! Pegamos o elevador de volta e tiramos mais algumas fotos do prédio do lado de fora.

 

De fora do famoso prédio do parlamento!

 

Seguimos para o Portão de Brandenburgo, principal cartão postal de Berlim, onde fizemos mais fotos e sentamos um pouco para admirar o movimento e os belos prédios da Unter den Linden. De lá seguimos para o Memorial aos Judeus Mortos na Guerra, onde ficamos simplesmente tocados pela dimensão dessa obra de arte e como simples blocos de concreto em conjunto conseguem nos sensibilizar tanto.

 

Cartão postal de Berlim – Portão de Brandenburgo!

 

Caminhamos dali até o Sony Center, onde entramos para conhecer o espaço e algumas lojinhas legais que tem ali – aproveitamos para nos esquentar tomando um café no Starbucks! Fica ao lado da Postdamer Platz, onde estava rolando (adivinhem?) mais uma feirinha de Natal! Como já estava na hora do almoço, comemos por ali (um cascão salgado recheado de cogumelos e batatas – uma delícia) e tomamos nosso Glühwein – mais uma caneca! Ainda aproveitei uma atração montada que tinha lá: desci uma rampa sentada numa boia, superdivertido!

 

Tiergarten

 

Mais uma pernadinha e chegamos na Topografia do Terror, um museu gratuito incrível, mas muito chocante, com histórias do nazismo. Dali seguimos até o Checkpoint Charlie, um local fake que simboliza um posto de passagem entre as antigas Alemanhas Oriental e Ocidental divididas pelo muro. Mais uma caminhada até o Museu Judaico de Berlim, onde vimos histórias de famílias judias que passaram pelo nazismo e muitas exposições sobre a vida dos judeus e de arte inspirada na sua história. A sala com os rostos de ferro é realmente impressionante e tocante (fora a descida de boia em Postdamer Platz, que dia pesado!).

 

Mercado de Natal de Gendarmenmarkt – um dos mais lindos!

 

Para dar uma amenizada, já de noite, fomos de táxi até a cervejaria Augustiner pertinho da Gendarmenmarkt, onde tomamos uma cerveja deliciosa e comemos as famosas Bratwürst – salsichas branquelas deliciosas com pretzel e honey mustard! Dali, já que estávamos pertinho, fomos até o mercado de Natal de Gendarmenmarkt, uma da feirinhas mais lindas de Berlim! Estava cheia e super animada, rolando até umas apresentações de música e dança num palquinho. Tomamos mais um Glühwein (e levamos mais uma caneca pra casa!) e depois fomos de tuk-tuk até o shopping LP12 pois o Leo queria voltar na Uniqlo para comprar um casaco e luvas novas para aguentar melhor o frio.

 

Cervejaria Augustiner – delícia de chopp!

 

Então voltamos de metrô para o nosso hotel, onde descansamos para encarar o próximo e último dia em Berlim!

Nota: infelizmente bem no finalzinho dessa viagem fomos roubados e perdemos muito material. Alguma coisa conseguimos recuperar, mas o backup principal estava no meu notebook e no meu iphone que ~se fueram~ nessa roubada. Então ~desculpa aí~ se faltarem fotos e vídeos que dão sentido à sequência dos relatos.

Um beijo e até mais!