Quinta Clássica no Art & Bar!

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Ontem fomos num lugar que há tempos eu queria conhecer desde que era um cafofinho na esquina da 24: o Art & Bar, aqui perto de casa. Eu adoro rock e a casa tem apresentações de bandas muito boas aqui do Sul, incluindo alguns covers muito bons de Beatles, U2 e Rolling Stones. Na quinta clássica de ontem, assistimos à banda Rola Stones e escutamos as clássicas Start Me Up, Satisfaction, Like a Rolling Stone, entre outros sucessos da banda inglesa.

 

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Além da música, o bar oferece um cardápio bem bacana de petiscos e pratos para jantar, além de uma carta de cervejas e drinques bem servida. Como queríamos jantar por lá, chegamos pontualmente às 20h para não pagar a entrada e sentamos em uma mesinha no canto do salão. Ainda estava meio vazio, mas quase todas as mesas estavam reservadas, então tivemos que ficar onde sobrou.

 

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Uma coisa ótima do cardápio é que ele indica o que é free de lactose e de glúten (facilitando pra mim, que evito lactose). Além disso, tudo é muito convidativo e quero muito voltar para experimentar outros pratos. Os preços são razoáveis, bons para a zona, mas com a janta e muita bebida deixamos um bom dinheiro por lá nessa noite.

 

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Fomos direto para os pratos principais. O Léo escolheu o Risoto de Funghi e eu escolhi o Fetuccini à Calabria. O tamanho do prato é ideal, mata a fome sem causar muitos excessos, e ambos estavam deliciosos (com uma bela apresentação comi até as flores que eram decorativas). Eu tomei uma cerveja com tequila Desperados e uma água para acompanhar, e o Léo se aproveitou de um chopp Abadessa Slava, que ele curte.

 

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Os amigos chegaram, comeram uns bolinhos de bacalhau, e aí partimos para a degustação sugerida: 4 chopps diferentes de 200 mL por R$ 26,90. Degustamos, e degustamos de novo, enquanto a conversa rolava solta. Depois das 22h começou o show da Rola Stones com Start Me Up, e me joguei na minha basiqueta cerveja Sol que tomo que nem água para beber o resto da noite.

 

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Ficamos lá no cantinho, bebendo, cantando e dançando e gritando uhuuuuuu. A banda é ótima, com destaques fortíssimos para o baterista e o guitarrista, maravilhosos! Nota-se que a banda é, tipo assim, ~veterana~ pois tocam há 27 anos covers dos Rolling Stones. Entretanto o vocalista, um gurizão (dúvidas?) mais novo que o resto, se esforça bastante, mas, na minha leiga e humilde opinião, fica um pouco para trás da banda.

 

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Foi uma noite super divertida, chegamos em casa felizes depois da meia noite e com muita vontade de voltar lá para ouvir novas bandas!

 

Saiba mais!
Link para Art&Bar ~ Página no Facebook
De terça à sábado a partir das 18h
A partir das 20h ~ Fem R$ 20 / Masc R$ 25
Rua Silva Jardim, 92 – Porto Alegre, RS
Tel. (51) 3028-3379 – interessante fazer reserva!
Página da Banda Rola Stones no Facebook

 

#friends #quintaclassica #artbar @artebar92 #portoalegre

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Zorba, O Grego – pelo Ballet de Santiago

Na última sexta-feira eu e a mãe fomos assistir ao Ballet de Santiago no Auditório Araújo Vianna, aqui em Porto Alegre. Fazia tempos que eu queria fazer um programinha com ela, então comprei com antecedência bons ingressos e assistimos à um belo espetáculo. Ainda tenho a vantagem de ser estudante e a mãe já paga ingresso sênior, então vale muito a pena aproveitar essas atrações quando estão na cidade, sai bem em conta (2 por 1).

 

Programinha mãe e filha 💕 #ballet #balletdesantiago #araujovianna

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Outros dois motivos que me levaram à essa apresentação foi o fato de uma gaúcha dos meus tempos de bailarina se apresentar por esta companhia e o fato da ilustre Marcia Haydée estar no comando atual do Ballet de Santiago. Com certeza seria um bom espetáculo.

Fiquei bem surpresa ao chegar em frente ao Auditório na Redenção e achar tudo muito tranquilo: bastante movimento, bem iluminado e viaturas policiais. É bem bonito lá à noite. Depois de entrarmos e nos acomodarmos naquelas cadeiras de madeira (também surpreendentemente confortáveis), percebi que de qualquer lugar / assento no Araújo Vianna se tem uma boa vista do palco. Nossos lugares eram ótimos.

 

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Havia um cenário razoavelmente simples montado no palco que notavelmente tem pouca estrutura (sem cortinas ou coxias). O espetáculo começou um pouco depois das 21h e não teve intervalo, e acho que teria sido desnecessário já que o ballet não era tão longo.

Logo nos primeiros minutos percebi que havia alguma coisa errada, pois dava para notar que os bailarinos estavam se contendo para os saltos e giros. Mas depois de uns 15 minutos, TUDO parou e a própria Márcia Haydée entrou no palco e pediu desculpas, pois não iriam continuar a apresentação com o piso “daquele jeito”, arriscando machucar os bailarinos.

Dava para ver mesmo uma camada fina de pó no linóleo. Logo entrou um pessoal da limpeza para passar um rodo, alguns bailarinos vieram “testar” o piso, a Márcia veio agradecer e informar que eles começariam novamente do início pois não haviam conseguido executar bem na primeira vez. Tudo assim, “no aberto e no claro”, já que o palco não tem cortina.

O ballet recomeçou, e então sim, com força total. Os bailarinos eram maravilhosos e ótimos intérpretes, com fortíssimo destaque para a Michelle Bittencourt (nossa representante gaúcha) que mais atuou do que dançou (mas muito bem, que orgulho!), para o Rodrigo Guzmán que fazia o papel da figuraça grega “Zorba” e para a incrível técnica e leveza do bailarino José M. Ghiso.

Ao final da apresentação a platéia ficou contagiada e não havia jeito de parar com as palmas. Todos aplaudindo em pé, até que a companhia repetiu a ultima dança, uma alegre música grega com a galera toda batendo palma com o ritmo da música. Muito bacana!

Apesar da simplicidade do teatro, dos figurinos e etc., fiquei muito feliz de ver um espetáculo tão focado no desempenho dos bailarinos, com qualidade técnica, muito bem ensaiados, papéis muito bem interpretados. Já cansei de ver na cidade produções “engana turista” que deixam muito a desejar. O Ballet de Santigo ganhou meu coração e a Márcia Haydée também (que coragem parar tudo e começar do zero, hein? #colhões).

Abaixo uma reportagem com mais informações sobre o espetáculo e um vídeo com trechos do espetáculo. Se passar na sua cidade, não deixe de ir. 😉

 

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Fonte: Zero Hora / ClicRBS (link)

 

 

Livro x Filme – Como eu era antes de você

Andei passando por uns ~probleminhas~ de saúde (que ainda penso se divido ou não por aqui), assim tive algumas boas horas deitada no hospital pensando em como foram improdutivas. Já quando fui fazer um procedimento programado que me exigia passar horas deitada antes, levei para ler “Como eu era antes de você”, que já estava a meses na minha estante de leituras pendentes.

 

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Li quase a metade do livro naquela tarde, e ele foi meu companheiro nos dias que se seguiram na recuperação em casa. Apesar da associação não ser tão boa (pois sempre vou lembrar do livro enquanto passava por aquilo), eu amei a leitura, e tenho certeza que ele amenizou aquela situação, deixando-a menos pesada e até um pouco prazerosa.

Fazia muito tempo que eu queria ler algo da Jojo Meyers, e havia comprado esse livro na Feira ano passado. Quando comecei a ver pela internet as primeiras perspectivas e imagens do filme, agilizei a leitura para terminar antes do filme estrear. Logo depois já comprei a continuação “Depois de você”, e até já comecei a ler, mas sem o mesmo empenho.

 

 

E ontem, finalmente, fui assistir ao filme com a minha mãe, que não leu o livro. Ela adorou e até chorou em alguns trechos, acho que fruto do inesperado triste fim. Eu achei o filme lindo! Muitas coisas foram parecidas com a minha imaginação (como já sabia quem eram os atores antes de ler, foi mais fácil fazer esse vínculo) e outras muito melhores, como a fotografia.

Que cenários maravilhosos! Como suspeita que sou, por amar as cidades interioranas da Inglaterra, achei perfeita a cidadezinha, o castelo, o rio, o café e a casa da família da Lou.

Que trilha sonora! Com Ed Sheeran, Imagine Dragons, Jack Garatt, entre outros, as músicas deixaram o filme mais leve e agradável. Também sou muito suspeita aqui, pois adoro esses músicos.

Achei a atuação da Emilia ótima, e olha que pra mim é difícil separá-la da Daenerys Targaryen. Ela é super expressiva, aquelas sombrancelhas escuras não param de mexer quando ela fala. Creio que deram um ar muito mais “figura” pra ela no filme para dar um toque de comédia, mas no livro ela não era assim tão divertida. Funcionou super bem!

Algumas tramas foram deixadas de fora (como o caso do pai e a irmã do Will), mas não fizeram nenhuma falta. Apesar de eu ter particularmente gostado muito do livro, eu adorei a adaptação! E isso é raro, hein? Geralmente os livros são muito melhores do que os filmes.

Turistando: The London Eye

Nunca vou esquecer da primeira vez que avistei a London Eye. Em 2007, no dia seguinte que cheguei a Londres para o meu intercâmbio, após cumprir as obrigações com a polícia (quando vamos ficar mais de seis meses) e com a escola, saí em direção ao rio para conhecer as redondezas e cheguei até um terraço em Temple de onde avistei pela primeira vez o combo London Eye + Big Ben, visíveis a partir de vários pontos da cidade.

Apesar de que tudo até aquele momento era novidade e que a perspectiva de passar um ano naquela cidade linda me deixava nas nuvens, nada como aquela visão tinha me atingido tanto até então. Nada é mais londrino do que essa vista e eu tinha vontade de gritar de alegria por estar lá!

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Depois disso, pude ver a London Eye diversas vezes naquele ano em que morei lá. Algumas vezes com amigas e roommates recém chegadas e outras, mais especiais ainda, com meus pais e meu irmão. Também passamos a virada do ano de frente pra ela em meio a queima de fogos, muito frio e uma quantidade absurda de pessoas, mas divertidíssimo.

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Em 2010, eu e o Léo (na época meu namorado) fomos para lá e a primeira coisa que fizemos depois de deixar as malas no hotel (e comer!) foi andarmos na London Eye. Pegamos um entardecer lindo e foi maravilhoso ter essa experiência com ele! De lá, é possível avistar diversos pontos da cidade, mas o mais lindo mesmo é o Big Ben e Parlamento.

 

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Também pegamos um barco no Rio Tâmisa e nossa última parada foi justamente ali, na London Eye. Foi a última vez que a vi e não vejo a hora de voltar lá e dar mais uma voltinha. 🙂

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Os passeios são comprados por intervalos de 30 minutos, que também é a duração de cada passeio. Apesar de parecer bastante, o tempo passa rapidinho. A velocidade é baixa, dá pra curtir o passeio sem enjoar e entrar e sair dela ainda em movimento.

Em cada “cápsula” cabem até 28 pessoas, ou seja, é bastante gente mas o espaço é grande mesmo. Quando fomos estava bem tranquilo, acho que tinha no máximo umas 15 pessoas dentro da nossa. Depende muito da época do ano e do horário.

Eu achei o passeio maravilhoso e recomendo muito para quem vai à Londres. BUT, como tudo por lá, é caro e só visitar a região por fora (tem um centro de visitantes e uns jardins muito bacana) também já vale super a pena! Hoje sai em torno de 25 libras por adulto e um pouco menos pela internet.

 

Saiba mais!
https://www.londoneye.com/

 

Me bateu uma saudade de lá… Vamos?

Um beijo,

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Turistando: Warner Bros. Studio Tour Hollywood

Na verdade esses estúdios ficam na cidade de Burbank, na Califórnia, onde ficam outros estúdios grandes como a Universal e seu parque de diversões. Diferente deste, a visita à Warner é puramente focada na produção de cinema e séries de TV. É um local de trabalho, e não um parque.
 

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Pra falar a verdade, essa visita não foi algo planejado para fazer enquanto estivéssemos, eu e minha amiga Cris, em Los Angeles. Em algum lugar por lá, recebi o panfleto do tour e achei que seria interessante. Liguei para reservar um horário e fomos no último tour do dia, 4.30 pm, de uma quarta-feira, se não me engano.
 

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Chegamos de carro pelo estacionamento (indicado pelo atendente ao telefone) e atravessamos a rua para onde o tour começaria – uma loja linda e cheia de coisas das séries e filmes que amamos. Ali pagamos os ~salgados~ USD 48 da visita guiada e ficamos aguardando o tour começar (e durou aproximadamente umas 2 horas).
 

Veja também: Loja da NBC em Nova York

 

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Todo o percurso pelos estúdios é feito naqueles carrinhos ~tipo~ de golf, mas um pouco maiores (penso que éramos uns 12 por turma em dois carrinhos). Entretanto, a primeira etapa foi numa pequena sala estilo cinema onde projetaram um filme de boas vindas mostrando as mais diversas filmagens que foram produzidas pela Warner em sua história, incluindo filmes, seriados e programas de auditório feitos ali, naquele campus.
 

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Recebemos as instruções, subimos nos carrinhos com o nosso guia e já demos uma voltinha pelo labirinto de estúdios que é Warner Brothers, um dos maiores produtores de entretenimento do mundo. Infelizmente, durante os passeios no carrinho, o guia nos obrigava a guardar as câmeras fotográficas embaixo de cada banco – sendo permitido tirar fotos apenas quando eles autorizavam.
 

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A primeira parada foi nos pavilhões onde eles produzem diversos artefatos para os cenários. São diversos estúdios enormes onde artesãos parecem fazer com que qualquer coisa seja possível de ser confeccionada ou imitada para que pareça real na tela. Até a neve falsa dos filmes é feita ali.
 

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Depois, fomos a um pavilhão enorme de móveis e artigos de decoração, onde o guia aponta para itens memoráveis utilizados em filmes. Tem tanta tralha e tanta tranqueira que nesse ponto ficamos um pouco decepcionadas por não conseguir identificar ou lembrar de nada daquilo (apesar do guia estar sempre falando o que foi usado, quando, por quem e em que filme). Mas nesse mesmo pavilhão, tivemos uma grata surpresa: eles mantêm montado o set do Central Perk, do seriado Friends – um dos grandes sucesso desses estúdios!
 

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Não preciso nem dizer o quanto fiquei emocionada, né? Realmente não sabia que iria encontrar isso lá, e para uma fã de Friends desde sempre como eu, foi muito, muito legal! Aqui, a visita já estava paga! 😉
 

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Por lá, é visível o apego que eles ainda têm pelo seriado, pois nomearam o estúdio onde gravaram todas as temporadas de Friends com o nome da série, e volta e meia cruzávamos com alguma referência.
 

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Na sequência, visitamos um museu muito bacana com a exposição de diversos figurinos utilizados nas produções, com as devidas referências e até fotos das cenas em que apareciam. Alguns “Oscars” ganhos pelo estúdio também estão expostos por lá, e chegar perto de uma estatueta original é realmente emocionante para quem é amante do cinema. 🙂
 

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Demos também uma voltinha pelos cenários a céu aberto, vimos uma pequena Nova York e a cidade cenográfica de Gilmore Girls e Hart of Dixie (ambas que eu também <3). Esse momento foi muito legal pois era bem mais fácil de reconhecer os lugares e imaginar as cenas acontecendo ali mesmo. Infelizmente não pegamos nenhuma gravação enquanto estávamos lá. 🙁
 

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Por fim, fomos a um pavilhão onde estão expostos diversos veículos utilizados nos filmes. E lá mesmo fizemos uma foto que era tipo um souvenir do passeio, naquelas telas enormes de fundo verde. Mas o mais legal mesmo, que infelizmente não tenho provas, foi termos entrado no estúdio de Two and a Half Men (na época do Charlie Sheen, em que a série estava bombando). Estava vazio, mas foi muito legal estar lá e ver tudo montadinho como vemos na TV (e é tudo bem menor ao vivo, a TV aumenta mesmo!). 🙂
 

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No caminho, é possível ver alguns daqueles trailers onde ficam os artistas, reconhecer alguns escritórios e estúdios e ter a certeza de que se está à alguns metros de alguma celebridade, sem nem saber quem! Acredito que todo o tour deve ser diferente, pois deve variar de acordo com o que está acontecendo naquele dia. Melhor nem falar muito nas possibilidades para não estragar a surpresa. 😉
 

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Achei o tour maravilhoso! Alguns momentos meio chatos, mas outros tão bacanas que compensam! De lá pra cá (fomos em 2010), o preço aumentou bastante, mas pelo que vi no site, eles melhoraram a experiência, então ainda deve valer a pena, principalmente pra quem adora as séries da Warner como eu. Importante lembrar que esse passeio é melhor para quem entende bem inglês e sabe os nomes de filmes e séries nessa língua, embora se tenha, hoje em dia, tour em espanhol também.
 

Saiba mais!
http://www.wbstudiotour.com/tour

 

Deu vontade de ir lá, né? Conta aí pra mim!

Um beijo,

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