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Diários de Londres: mais andanças com Papi & Mami!

Como hoje era sábado, fui pegar o pai e mãe no hotel deles, tomamos café da manhã e partimos para Notting Hill! Eu já fui lá, mas achei que eles iriam gostar de conhecer o bairro e a feirinha de sábado. Vimos as antiguidades, as barraquinhas de comidas e, já na hora do almoço comemos uma coisinha por lá.

 

Mami e eu em Notting Hill.
Mami e eu em Notting Hill.

 

*Até tem uma história engraçada, pois eu e o pai batemos o olho em uma porção de camarão enorme frito que estavam vendendo numa dessas barracas de rua. Tava uma fila grande e a cara era ótima. A mãe não quis arriscar e entrou num lugar mais ajeitadinho pra comprar uma pizza. Mas eu e o pai insistimos, ficamos um tempão na fila e pegamos a porção. O tal do king prawnking crab que eles vendiam eram, na verdade, aquelas carnes processadas de peixe, tipo kani kama, com uma crosta de farinha na volta, um palito de picolé cravado imitando “rabo” e o formato de “lua” de um camarão. Até hoje não acredito que caí nessa – e ainda era horrível!*

 

Dica: se for a Notting Hill, não coma king prawn ou king crab – furada total!

 

Dali, fizemos uma boa caminhada até o Hyde Park, passando por uma rua muito bacana cheia de consulados e embaixadas. Entramos pelos fundos do Kensington Palace e resolvemos fazer a visita, pois tinha uma exposição muito interessante sobre a Princesa Diana, homenageando os 10 anos de seu falecimento. Além disso, o portão do palácio estava cheio de flores e cartazes, é muito legal o carinho que o povo ainda tem por ela.

 

Com mami em frente ao Kensington Palace.
Com mami em frente ao Kensington Palace, homenagens aos 10 anos da morte da Princesa Diana.

 

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Com papi em uma das laterais do palácio.

 

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Por dentro o palácio é algo de lindo, como algo que nunca havia visto na vida. É enorme, antigo, luxuoso, pomposo e com todas as extravagâncias de um castelo real. Adorei a lojinha de souvenirs e achei que a visita vale super a pena! Depois, caminhamos pelo Hyde Park  até chegar no Royal Albert Memorial – um troço lindo e ostentoso que tem em frente ao Royal Albert Hall – uma casa de shows / coliseu também espetacular (como tudo nessa cidade…).

 

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Royal Albert Memorial

 

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Royal Albert Hall

 

Dali pegamos um bus rapidinho, paramos para tomar um café no Starbucks e fomos até a Harrods – uma loja de departamentos enooorme que eu até já fui com a Leila e achei que meus pais iriam gostar – eles adoraram mas não compramos nada! A loja é um luxo só.

 

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Em frente à Harrods

 

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Por dentro da Harrods.

 

De lá, fomos de metrô até Piccadilly para eles conhecerem os luminosos brilhantes só que não daqui. Vimos alguma lojinhas, como a Lillywhite’s, e depois jantamos na Spaghetti House para encerrar o dia delicioso! Estou amando ter eles aqui!

 

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Janta na Spaghetti House de Piccadilly.

 

Diários de Londres #5 – Conheci a Harrod’s!

O domingo acordou com um tempinho ruim, estava nublado com cara de chuva, friozinho. Ficamos dormindo até mais tarde e depois a Leila fez um almocinho básico pra gente (arroz branco e fish fingers). Nos arrumamos e fomos dar uma volta.

Leiloca quis ir na Harrod’s por causa da chuva. Fomos até a estação de Knightsbridge e andamos até lá. Por fora, o prédio é lindíssimo! Passeamos por essa loja enorme que vende de tudo. Foi incrível poder chegar perto daquelas roupas, vestidos, sapatos e bolsas de grife carérrimas que só vimos nas revistas e na tevê. Infelizmente, nada para o nosso bolso.

No subsolo tem uma homenagem à Princesa Diana e o Dodi al-Fayed, filho do dono, Mohamed al-Fayed, em função da morte do casal no trágico acidente em Paris. Esse senhor até hoje luta na justiça para reabrirem o caso por acreditar que o acidente tenha sido encomendado pela coroa.

Esse aí é o dono da Harrod's, Mohamed al-Fayed.
Esse aí é o dono da Harrod’s, Mohamed al-Fayed.

Depois, fomos no Guanabara, um bar brasileiro perto de Covent Garden. Nos domingos por lá é dia de forró. E eu pensava que estaria cheio de brasileiros – ledo engano! É cheio de gringos, tentando se divertir como os brasileiros. Tem brasileiro, claro, principalmente no serviço. Até encontrei um ex-colega de colégio, o Arthur, que trabalha lá, muita coincidência!

Tomamos umas caipirinhas e sentamos em uma mesa grande com uma turma de ingleses, onde finalmente pude praticar meu inglês com locais! Bebemos, nos divertimos, conversamos, fizemos amizades! Adorei o Guanabara, um clima muito bacana! (Até tem umas pessoas, digamos assim, suspeitas – que devem estar lá ilegalmente em profissões duvidosas -, mas todo mundo se divertindo de buenas.)

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Em casa no Guanabara!

Voltamos ainda no brilho da caipa, mas a tempo de pegarmos o metrô, já que não podíamos abusar pois o dia seguinte era segunda-feira. Eu começava as aulas e a Leila trabalhava cedo. Indo pra casa, não resisti tirar uma fotinho nesse grand jeté nos corredores do metrô.