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Lua de Mel Gabi & Léo: Primeiros Dias

Saímos de Porto Alegre com destino ao Rio de Janeiro, onde embarcamos pela United para nossa incrível maratona de lua de mel na Flórida. Afinal, foram 6 voos, 2.500 km rodados de carro, um cruzeiro de 6 noites pelo Caribe, 11 dias de parques e muitas outras atividades divertidas!

 

Veja também: Relato: como é voar para os EUA com a United Airlines

 

No Rio, pegamos um avião para Houston, onde fizemos a imigração e conexão para Orlando. Os voos foram todos bem tranquilos e durante a manhã, chegando na Flórida, enxergamos paisagens lindas lá de cima. Já em Orlando, após pegar as malas, fomos retirar o nosso carro alugado, um Corolla vermelhinho que ficou com a gente até o último dia!

 

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De lá, fomos direto ao Orlando Premium Outlets já fazer as primeiras comprinhas! Almoçamos no Five Guys, uma rede americana que tem umas batatas rústicas nham nham! O Léo comeu um hambúrguer e eu um cachorro quente, já nos acostumando (adorando e engordando) com a comida de lá!

 

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Já familiarizados com a cidade, nos instalamos no nosso primeiro hotel, o Clarion Inn Lake Buena Vista, de onde iríamos aproveitar os parques da Disney. O hotel era ótimo: lindo, amplo, silencioso, bem localizado e bem limpinho! Ganhamos até uma garrafa de vinho pelo casamento!

 

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À noite, saímos para jantar no Red Lobster, uma rede de restaurantes especializada em lagostas e frutos do mar. Já na entrada é possível escolher a lagosta viva direto do aquário! Comemos camarões, peixe e, claro, a famosa lagosta morta! Uma delícia!

 

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Voltamos para o nosso hotel para descansar e recarregar as energias para o próximo dia, quando demos início à maratona de parques!

 

 

Relato: como é voar para os EUA com a United Airlines

Oi gente! Fazia tempo que eu estava devendo esse post (pois comentei nesse vídeo aqui que eu iria fazer esse relato logo). O bom é que de lá pra cá fui e voltei dos EUA duas vezes com a United. Na primeira vez fiz o trecho Guarulhos – Newark e Newark – Guarulhos. Já na segunda vez fiz os trechos Galeão – Houston, Houston – Orlando, Orlando – Washington, Washington – Guarulhos. Sempre na classe econômica.

Já vou começar estragando a surpresa dizendo que foi a melhor companhia que voei para o exterior até o momento. Não que eu seja uma pessoa super mega ultra viajada, mas em comparação à TAM e à Delta (ainda não voei American Airlines) a United é beeeem melhor. E abaixo descrevo os motivos:

* É possível voar com eles através de milhas. Eu contei melhor nesse relato como isso aconteceu comigo, mas geralmente usuários Multiplus conseguem emitir passagens pela United para os EUA por uma taxa de milhagem justa.

 

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Chegando em Houston, Balcão da United em Guarulhos e aeronave no pátio em Orlando.

 

* Os preços são competitivos. Eu e meu marido passamos nossa lua de mel na Flórida com passagens promocionais compradas com bastante antecedência e não era um erro (como comumente acontece com preços absurdamente baixos de passagens). Resumindo, nós dois fomos e voltamos, com todas as taxas por menos de R$ 2.000 para OS DOIS. Não é uma tarifa comum de achar, mas a United faz esse tipo de promoção acredito que uma ou duas vezes por ano, pois depois disso já vi repetir. É bom ficar de olho. E comprar no site deles é mais barato que qualquer outro.

* Aviões são confortáveis, mesmo em vôos cheios, não me passaram aquela sensação claustrofóbica que senti em outras companhias. É um aspecto subjetivo, eu sei, mas pra mim é isso. Para Newark, a configuração é de 2-3-2. Para Houston é 3-3-3. Pegamos voos domésticos por lá que eram 3-3. E outros eu não lembro, sorry!

 

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Poltrona da classe econômica, tomada para carregar, espaço para as pernas e visão interna do avião.

 

* Algumas vezes ganhei upgrade da classe econômica para a Economy Plus que tem mais espaço entre uma fileira e outra, deixando os joelhos (no meu caso) mais distantes da frente. Mas mesmo assim a classe econômica “econômica mesmo” não é tão apertada assim não (viu na foto acima o espaço para os meus joelhos?).

* A tela de entretenimento é individual e tem bastante coisa pra ver. Eu sei que é comum hoje em dia, mas acredite que ainda tem companhias que fazem voos longos e não tem isso. A seleção é ótima, com vários lançamentos, filmes e seriados para todos os gostos. (Também adoro poder ver o mapa e demais condições na telinha!)

 

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Ó!

 

* Para quem prefere usar seus eletrônicos, tem uma tomada para carregar a bateria. Também sei que não é novidade, mas tem avião muito velho voando por aí ainda sem ter onde carregar seu notebook/celular/tablet.

* Os horários dos voos são adequados. Você sai do Brasil e chega lá cedo para aproveitar o dia (ou fazer as suas conexões). Sem essa de voos diurnos e sem chegar lá já com o dia perdido.

 

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Fotos das comidinhas, bem ok!

 

Com certeza eu deveria ter feito esse post mais cedo para descrever melhor cada experiência, inclusive de atendimento, e tudo o mais. As coisas positivas ficaram bem marcadas e consegui relatar, e juro que não me lembro de nada negativo (e sou daquelas que guarda, hein?). Mas fica o aprendizado para documentar logo na sequencia enquanto ainda estiver fresquinho!

Um beijo,

Gabi.

Relato: como eu emiti minha passagem com milhas

Olá pessoal querido, tudo bem?

Hoje vim falar sobre como foi minha experiência com o Tam Fidelidade / Multiplus, ainda falando sobre a viagem que fiz pra Nova York no ano passado. O motivo de eu ter ido pra lá era comprar o meu vestido de noiva, aproveitando que eu tinha essas milhas para usar e que o valor que eu gastaria aqui praticamente pagaria toda a viagem.

Eu estava com pouco mais de 40.000 milhas, que é a pontuação mínima para conseguir uma passagem de classe econômica com origem na América do Sul e destino na América do Norte por esse programa, considerando ida e volta – cada trecho a 20.000 milhas. A pontuação mínima para o programa Smiles, por exemplo, acabou de mudar de 50.000 para 70.000.

Acompanhando pelo site da Tam Fidelidade, não conseguia encontrar nenhuma passagem apenas pelas 40.000 – não me recordo qual era o mínimo, mas acho que estava em 80.000. Eu não estava disposta a transferir mais pontos do cartão para pagar a pontuação que estavam pedindo pelo site, até que recebi uma dica muito preciosa.

Parece-me que no site da Tam Fidelidade (corrija-me se eu estiver errada!), eles só disponibilizam vôos da própria Tam para emitir passagens com milhas. Mas que, se você ligar para a Central de Atendimento, você passa sua origem, destino e datas, e o atendente busca uma passagem com as companhias parceiras, testando outras opções de datas e conexões, tentando adequar a disponibilidade deles à sua necessidade e à sua pontuação (respeitando as pontuações mínimas, é claro).

Quanto maior a antecedência, melhor. No meu caso, eu consegui emitir em maio uma passagem que eu usaria só em novembro, um exemplo de que a antecedência de 6 meses me favoreceu. Entretanto, foram necessárias várias tentativas e combinações de datas até chegarmos no resultado final, pois quando a atendente conseguia um voo, não conseguia outro, e assim foi até conseguirmos. Para terem uma ideia, meu roteiro inicial era: Porto Alegre – Florianópolis – Rio de Janeiro – Charlotte – Newark – Charlotte – Guarulhos – Porto Alegre, no Brasil pela Tam e nos Estados Unidos pela US Airways. Até aí tudo bem, pois mesmo sendo “pinga-pinga”, eu estava feliz de ter conseguido emitir a passagem e concretizar meu desejo de comprar meu vestido nos EUA.

Meses depois, ao se aproximar da viagem, comecei a receber avisos de alterações nos vôos com alguns minutos de diferença, até que, alguns dias antes da viagem, os vôos Charlotte – Newark e Newark – Charlotte foram cancelados. Liguei novamente para a Central de Atendimento, já receosa de não conseguir mais passagem (nessa altura do campeonato, minha mãe e minha prima também estavam indo – em outro vôo – e já tínhamos tudo pago e reservado).

Para a minha felicidade, por ser uma alteração involuntária, tudo melhorou. Eles acabaram me colocando (e provavelmente arcando) num voo direto, com roteiro final: Porto Alegre – Guarulhos – Newark – Guarulhos – Porto Alegre pela United. Nos mesmos dias e horários, mas tudo com duração inferior, podendo ir mais tarde para o aeroporto e chegando em Nova York ou em casa bem cedinho no outro dia. Para melhorar, ainda ganhei um upgrade para a a classe Economic Plus da United, que é um assento com maior espaço entre as poltronas que as pessoas geralmente pagam a mais por isso.

Fiquei bem satisfeita com o atendimento do pessoal da Tam, que não mediu esforços para conseguir uma passagem pra mim, nem na primeira vez que liguei com meus suados míseros 40.000 pontos, nem da segunda vez já quase desesperada. Também gostei muito de voar pela United, como contei no meu vlog dessa viagem, mas isso vai ser assunto para outro post, certo?

Um beijo,

Gabi.

 

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